quarta-feira, junho 30

Dos pecados interiores

Sim, eu sinto.
E sinto como quando a chuva de verão toca o telhado de zinco
Ou como a bola que invade o gol
Ou como a foice que rasga o campo

Sinto como a pedra no sapato no caminhar obrigatório
Como a sede na garganta do que quer um copo d’água

Sinto quando ele vai e quando ele volta
Ou quando fala ou não fala
Ou quando sei do outro que precisa dele, ou que o ama, assim como eu

Sinto um sentir que queria que fosse só meu

Somente meu, de mais ninguém.

(Darla)

3 comentários:

Música e Caipirinha disse...

..me agrada e muito este pensamento =]

Fernanda disse...

lindo,viu? acho que sentir dói.
beijo, querida

Andréa Silveira disse...

Lindíssimo, mto intenso.

Obg pela visita e pelo comentário! Vc é sempre bem-vinda lá no meu cantinho, viu? Beijos querida!

http://meuprojetopiloto.blogspot.com/

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