quinta-feira, junho 11


Uma necessidade pelo novo, uma sede incontrolável que acelera os batimentos no peito e faz excitado todo o corpo, pupilas dilatadas, mãos trêmulas, suor e salivação.
Uma vontade de inovar no meu estado literário, quebrar os grilhões do estilo e marginalmente explorar o desejo íntimo e expô-lo nos muros, nas praças. Gritar essa fome de arte, de arte crua e de arte temperada, de arte que é capaz de arrebatar o mais incrédulo vivente dessa terra de maldizeres e de ostracismos.
E me rasgar, beber do vinho da arte, ser tomada pela música e ter poemas só pra mim. E esse desejo que agora me dói o peito é um anseio que arde e me toma, que chega a faltar-me o ar para sobreviver.

(Darla)

5 comentários:

Priscila Rôde disse...

Profundo, gostei Darla!Beijos

Música e caipirinha disse...

=_)

Fran* disse...

Passei um bom tempo aqui.Entre tulipas, arte, olhares e violões..rs
Quase tinha me esquecido o quão me faz bem este espaço..e vc continua divina, como sempre!!

Um beijo meu bem

Cris disse...

é amiga...
a sede do saber nunca pode ser saciada
beijão

Anônimo disse...

De início pensei que eram as drogas rs
Uma menina delicada e meiga com esses sentimentos, com essas vontades fica muitíssimo interessante.
Saudades
Beijão

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