
És meu, meu menino marginal.
E por que meu?
Meu, porque foi costurado por dentro.
Porque o vejo como a roupa que me cai bem,
como uma vaga imagem de mim que nunca foi minha, sempre perdida.
E loucamente sinto saudade.
E bem mais loucamente, desejo manter-me perto, bem mais perto que a respiração,
não para carícias, mas para me sentir mais inteira.
E, não precisaria sequer uma palavra, nenhuma conversa sobre os mistérios da vida, sobre as caixas de pandora e essências...
Só ficar ali, por perto, olhando o mesmo ponto, rindo da mesma besteira,
eu sendo eu, você sendo você e aquela parte de mim, ela sim, recostaria e poderia repousar pois saberia que sua missão estava cumprida.
És meu, meu garoto marginal.
‘E a noite é um berço pra quem quer sonhar’.
E por que meu?
Meu, porque foi costurado por dentro.
Porque o vejo como a roupa que me cai bem,
como uma vaga imagem de mim que nunca foi minha, sempre perdida.
E loucamente sinto saudade.
E bem mais loucamente, desejo manter-me perto, bem mais perto que a respiração,
não para carícias, mas para me sentir mais inteira.
E, não precisaria sequer uma palavra, nenhuma conversa sobre os mistérios da vida, sobre as caixas de pandora e essências...
Só ficar ali, por perto, olhando o mesmo ponto, rindo da mesma besteira,
eu sendo eu, você sendo você e aquela parte de mim, ela sim, recostaria e poderia repousar pois saberia que sua missão estava cumprida.
És meu, meu garoto marginal.
‘E a noite é um berço pra quem quer sonhar’.
(Darla)